Indecisões sobre os caminhos que decidimos tomar sempre nos tomam, em momentos onde nós não sabemos o que podemos fazer depois de uma queda. Quando eu iniciei o projeto “ A arte da vida ”, ele era muito mais do que um portfólio público, de textos autorais e de técnicas de redação que eu vinha aprendendo desde fevereiro, quando eu comecei a fazer as mudanças de rumos da minha vida. Mas com o tempo, fui desanimando de escrever estes tipos de textos que eu vinha escrevendo aqui, e aos poucos, fui focando em poesia novamente, pois é a minha grande vocação e é a minha válvula de escape para as dores que eu enfrento em minha batalha diária por sobrevivência . O intuito deste blog nunca foi ser palco para desabafos, mas hoje eu o faço: Existem dias que simplesmente você não está legal , e eu desde o final de julho, não tenho tido momentos legais. Meu tio Marcelo , irmão da minha mãe , faleceu repentinamente e isso foi um choque para mim e está sendo até agora. Já estamos no fina...
Hoje, eu gostaria de iniciar esta semana com uma reflexão sobre a pandemia do vírus covid-19 , que apesar de todas as tristezas, desavenças, perdas e situações de desespero, também trouxe: reinvenções, adaptações e renovações. Este é um olhar mais esperançoso, pois o agradecimento por cada dia de vida é constante. Perdas. O maior desafio com toda a certeza foram as perdas . Com o comércio fechando por causa do lockdown , muitos comerciantes perderam seus negócios, contribuindo para o desemprego em massa e situações de fome e miséria. Porém, não estou criticando posturas e políticas públicas relacionadas a favor do lockdown, pois era uma coisa que devia—e ainda deve—ser feito. O momento pede que possamos usar o nosso lado mais racional , porque infelizmente, sem vida também não teremos economia. A maior perda neste processo, sem dúvida, foram as milhares de vidas perdidas (acesse aqui para dados atualizados) em decorrente do alastramento da doença. De perto, v...